Poliamor esportivo ou De volta ao Gym

Nunca pensei que isso fosse rolar comigo, mas de uns tempos pra cá comecei a sentir uma saudade danada de fazer musculação. Sim, você leu certo: musculação. Falo isto porque nunca foi minha atividade predileta – sempre fui mais fã de aeróbico (bike, caminhada/corrida, por ex.), mas o fato, é que descobri que, sim, é possível ter dois amores simultâneos, uma espécie de poliamor esportivo rs.

Comecei a flertar com a possibilidade de me matricular novamente em uma academia. O universo, mui amigo, fez com que a minha mãe – que não sabia de nada – me desse um incentivo se comprometendo a pagar a primeira mensalidade do plano. Então, o melhor dos mundos aconteceu: voltei ao GYM! #vemmonstro #esmagaquecresce #nopainnogain *

Fiz minha avaliação física na sexta-feira (22) – avaliação esta que ganhará um post pra chamar de seu, em breve – e desde então, fui todos os dias. Estou gostando bastante! Ontem, além do treino de musculação resolvi arriscar-me no Jump. Meu Deus! Tinha esquecido a sensação de felicidade que uma aula dessas provocava no meu organismo. Saí de lá puro suor e serotonina na veia!

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Thalitinha exalando suor e felicidade

O melhor dos mundos número 2: no próximo post, vou contar a beleza de promoção que consegui na academia, cuja estratégia não me restou outra alternativa senão a de fechar negócio. Sério, foi quase impossível não voltar!

Magra pra Frente puxando uns ferros e dando uns pulinhos! Avante!

* acho essas hashtags todas engraçadíssimas, coloquei na zuêra mermo kkkk

O trem nosso de cada dia

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Crédito da arte: fan page Diva Depressão

Eu já achava um ultraje a minha tentativa de ter uma alimentação saudável 4 Kit Kats serem vendidos no trem pelo preço de 5 Dilmas. Aí encontro um vendedor oferecendo 5 unidades por CINCO dinheiros…..Universo, ajuda ae! Pelo menos me faça escolher o vagão que eles não estarão… assim todo mundo ganha..cada um com a sua correria, pô!rsrsrs

Brincadeiras à parte, nada contra os vendedores do trem, muito pelo contrário. Quantas vezes, em um momento de fome, um amendoim a 1 real salvou meu desespero. Porém. Na pegada que eu estou – querendo eliminar quilos extras de gordura – não rola ceder à vontade todo dia. Ninguém precisa de chocolate pra viver (ok, alguns precisam rs, mas “precisar” não é bem o meu caso rs não neste momento da vida, pelo menos).

Aliás, em outro post vou falar de um documentário que assisti, o Muito Além do Peso. Super me fez refletir sobre o quanto somos impactados pelo apelo publicitário na hora de decidir o que vamos comer, entre outras milhares de coisas interessantes.

Sobre o Kit kat do trem,  segui resistindo, mas fazendo a Kátia Cega rs porque “não está sendo fácil” rsrs

Hábito é construção. Daqui a pouquinho nem vou ter de racionalizar muito.

Avante! 🙂

 

 

Apenas vá

Você passa um tempão problematizando o quanto sua vida iria melhorar se você se exercitasse mais. Conversa com os amigos, fala das dores no corpo, do quanto subir uma escada ou um morro se tornaram tarefas difíceis. Enfim, só vê vantagens naquele mundo de possibilidades em que o bom condicionamento físico reina. Então, o que você faz quando chega a hora de ir? É disso que quero falar!

Criar novos hábitos não é esse mundo cor de rosa que pintam pra gente, não. Mas, também não é um bicho de sete cabeças. Acontece que é preciso insistir em um padrão de comportamento pra que ele se torne familiar, de fácil execução.

O fato é: a hora de ir fazer sua caminhada, corrida, pular sua corda, o que for, é apenas a hora de ir. Ponto. Apenas vá. Exceto se você estiver doente, com alguém  precisando urgentemente de você (porque sim, tem coisa que pode esperar) ou ainda, achar algo muito melhor, algo que amanhã ou semana que vem não rolaria, a única coisa a se fazer é ir.

Não faz o menor sentido passar horas refletindo sobre as próprias atitudes, no quanto determinado modo de vida nos afeta se na hora de decidir a gente se trai e se sabota. Pensa bem, não to dizendo que a coisa toda tem que rolar no automático, claro que não, acontece que você já racionalizou aquilo anteriormente, só há uma coisa a se fazer, e esta coisa é se mover.

Lembro que quando eu fazia academia, ao final dos treinos de musculação sempre me perguntava: eu me sinto tão bem quando termino, por que tem dia que eu não venho? Neurocientistas e psicólogos comportamentais poderiam explicar melhor do que eu. rs

O lance é que o exercício nem sempre te deixa feliz de cara. Leva um tempo pro corpo liberar os hormônios que dão aquela felicidade toda. Já ficar alguns minutos a mais debaixo de uma coberta quentinha em dias frios dá prazer imediato. Tal qual chegar em casa e se jogar no sofá. Acontece que se você escolheu se exercitar, não foi à toa, não foi de graça.

Acho que tudo bem também se um dia você tiver de saco cheio e não quiser ir. O problema é se este dia virar dois, três, uma semana, um mês. Aí o game-over e a frustração são garantidos. Uma vez vi num Instagram Fitness aí da vida uma frase assim: “Emagrecer é difícil, manter o peso é difícil, estar muito acima do peso é difícil. Escolha o seu difícil.” A vibe é mais ou menos por aí.

Se a gente fez uma escolha consciente, considerando todos os reforços positivos que ela pode nos trazer é respeitar a si mesmo segui-la.  Criamos metas para realizá-las, não para guardá-las na gaveta de enfeite.

Magra pra frente, mexendo o corpitcho que assim é bem mais legal! 😉

 

 

Quebrando recordes

O domingo começou tímido, com tempo nublado em Mogi dos Crazies rs. Levantei, sem pestanejar, tomei meu café e fui pra rua, meio que sem pensar (porque se pensasse muito ficaria na cama, certeza).

Saí decidida a andar o máximo que conseguisse. Não me preocupei com a velocidade, apenas em ir mantendo um ritmo.

Cara de sono ON

Cara de sono ON

E assim eu fui, fui, fui…fui tanto que me superei…andei pela primeira vez a distância de 8,5 km em um treino. O meu tempo ainda é muito longo mas, o melhor dos mundos é que esta brincadeira levou embora 600 calorias.

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É pra glorificar de pé, igreja!

É pra glorificar de pé, igreja!

Ao final do trajeto, o sol já havia dado as caras, o que combinou com o meu semblante de felicidade – fruto da serotonina e da nova conquista. 

Como domingo é sempre um dia complicado pra dieta, essas 600 calorias foram embora em boa hora. Principalmente hoje, que é niver de uma prima querida e o menu é feijoada.

Aliás, um dos próximos textos será justamente sobre isso: como não perder a vida social e lidar com um mundo que não deixa de rodar o conta giro da gordice, apesar de você, de mim, de nós gordinhos em busca de emagrecimento.

Magra pra Frente e avante! 🙂

 

Plano JK de emagrecimento

O dia está péssimo para trocadilhos políticos, mas apesar do golpe, a vida não pode parar.
Talvez vocês não se lembrem, mas, provavelmente, devem ter estudado na escola: quando Juscelino Kubitschek (JK) assumiu o Governo em 1956 seu slogan era avançar o Brasil “50 anos em 5” – já que o país estava deveras atrasado no quesito infraestrutura.

plano JK de emagrecimento

Avança, Thalita! rs

Bom, o Magra Pra Frente existe há cinco anos e minha relação na busca de um corpo mais saudável também anda bem atrasada. Já era para eu ter chegado onde queria e vir aqui contar só o que faço pra manter.

Não rolou. Também não desisti. E como estamos em maio e tem muito 2016 pela frente, resolvi olhar com mais carinho para minhas resoluções de Ano-Novo. Vamos aos números: estou com 84,9 kg – só no último ano engordei mais de seis. Isto me fez perceber acordar pra vida que meu metabolismo não é mais um menino e que meu corpo cobra cada vez mais caro pelos absurdos que faço com ele (tipo ser sedentária :\ ).

Considerando toda esta defasagem, resolvi que os próximos cinco meses valerão pelos cinco anos passados. Não pretendo fazer nenhuma loucura. A ideia é ter foco total, dando a esta questão a devida atenção que merece.

Por enquanto, apresento minha primeira meta: 79,7 kg – para sair da casa dos oitenta quilos e porque 5,2 kg a menos vão folgar as calças, saias, vestidos, além de ser um ótimo recomeço.

Este processo não tem somente a ver com o tamanho do manequim que visto. Tem muita coisa em jogo – muitas delas já faladas aqui. Como em cinco anos muita coisa mudou, em breve, venho contar como vejo a parada toda atualmente e porque ainda é tão importante pra mim persistir até fazer dar certo. O que posso adiantar é que não tenho mais uma relação de ódio com meu corpo (e isto é coisa linda de Deus), mas continuo me preferindo mais fininha. Além disso, não quero esperar adoecer pra mudar meus hábitos.

Magra Pra Frente, feliz e bonita agora e depois! 🙂 Avante!

Abastecendo o estoque

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Planejamento é fundamental pra evitar o game over quando o assunto é dieta. Se você não observar a sua despensa, pode correr o risco de não ter uma opção saudável às mãos quando precisar. Hoje cedo fui ao supermercado fazer minhas comprinhas.

Analisando essa cadeia hereditária rs o comportamento que me fez ganhar (?) 23 quilos nos últimos anos, posso afirmar que se tivesse me programado melhor não teria estocado nenhum deles.  Muitas vezes comi besteiras na rua por não ter levado frutas para o trabalho, por exemplo. Levando, às vezes era difícil evitar as guloseimas, imagine sem.

Mas, como eu gosto de lembrar, quem quer emagrecer tem que encontrar soluções e não desculpas. Já ouvi muita gente dizer que não faz dieta porque é caro. Ok, algumas coisas realmente são, mas a maioria não. Aí depende se você está fazendo uma dieta da moda, com receitas gourmets e excesso de frescura ou não. Me reservo o direito do não. Não dá pra viver ingerindo comidas impraticáveis no cotidiano para todo o sempre. Somos feitos de carne e osso e também de arroz e feijão – aos menos nós brasileiros rs.

Nas consultas que fiz com a nutricionista, quando achava que as recomendações dela pesariam demais no orçamento pedia alternativas e ela sempre me dava. Hoje com as frutas e um creme de ricota gastei exatos 26 reais. Não é baratésimo, mas pagável e vai durar por quase toda semana. Um Big Mac com batata e refri sai por pelo menos uns 22 e dura só o tempo de se empanturrar. Claro que não passarei o resto da vida sem comer fast food, mas por enquanto, não, obrigada. rs

É preciso dar novas possibilidades ao paladar. E assim sigo, devagarinho, pois de grão em grão a galinha enche o papo e eu esvazio a pança.

Avante!

 

 

 

Vamos aos números

Dando um F5 aqui em algumas estatísticas do meu corpitcho. Na última quarta (9/9) estava com 82,6 kg. Este foi meu maior peso na vida e como super não rolou nenhum motivo de orgulho por tal senti enfim aquele “estalo” de que era chegada a hora de tomar vergonha na cara e virar esse jogo.

Hoje, terça-feira, 15/9, estou com 81,4 kg. Um quilo e duzentos gramas a menos em quase uma semana. Applause (clap, clap, clap! rs). Não passei fome, nem me privei por completo de algumas guloseimas, mas ponderei bem as quantidades e a frequência do consumo.

Pensar em todos os quilos que quero mandar pra longe pode ser desestimulador neste reinício de caminhada  – uma vez que são muitos, por isso decidi focar nos resultados que posso alcançar no curto prazo. A primeira meta a ser batida, por exemplo, é sair da casa dos 80 quilos, voltando aos 79,4 kg. Faz quase três meses que voltei pra casa dos 80 e nada de sair. Já contei aqui uma vez que o oito é infinito. Então, este será um ótimo primeiro resultado. Atingida a meta 1, o próximo passo será chegar aos 76,4 kg – a última vez que estive com este peso foi em julho de 2013. Faz tempo….

Por enquanto, that’s it. Os passos seguintes serão estipulados na mesma pegada, focando no que eu posso  alcançar em um curto espaço de tempo para que eu não perca o foco nem a motivação.

Magra pra Frente, amiguinha da balança 🙂

Chá de hibisco – meu novo queridinho

folhas e chá de hibisco

folhas e chá de hibisco

Enfim, encontrei um chá pra chamar de “meu”. É docim, zero amargura e ainda por cima tem a cor bem vermelha, o que me apetece os olhos – nada contra o verde, pelo contrário, “eu canto eu sou Palmeiras até morrer, olê, olê”. rs

Como a maioria dos chás, tem alto poder diurético e pelo que li em algumas matérias também ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue. Óbvio que chá nenhum nesta vida faz milagre, mas uma ajudinha no emagrecimento é sempre bem vinda.

Comprei cem gramas em uma destas lojas naturebas aqui de Mogi das Cruzes e tem durado – super rende. Excelente pra estes dias frios. Eu tomo com adoçante porque não sou obrigada. rsrs

Avante, vermelhando no curral e no chazinho natural! (rimou! rs)

Detalhe infame (mais que a rima aí de cima): o nome científico do tipo de hibisco utilizado para este chá é sabdariffa, que é quase Arifa, que é o meu sobrenome, portanto, realmente achei um chá pra chamar de meu! rs

Saindo de cima do muro

Let's go!

Let’s go!

Um ano depois e cá estou eu de volta. Levou muito tempo pra eu tomar coragem e me sentar à frente do meu notebook para contar a quantas anda a vida. Nos últimos doze meses, ensaiei uns três rascunhos diferentes para retomar as coisas por aqui. Não publiquei nenhum. Fiquei dividida entre transcrever com a sinceridade de sempre que eu havia falhado mais uma vez, mas que gostaria de recomeçar, ou simplesmente recomeçar e após um primeiro resultado vir aqui mostrá-lo a vocês. A propósito, hoje em dia, quem são vocês? No início eram alguns amigos e depois pessoas desconhecidas.

O lance é: quando iniciei o Magra Pra Frente – lá em 2010 – sabia que levaria algum tempo pra alcançar minha meta. Mas, não achava mesmo que postergaria tanto esta parada. Ano passado, entrei numas comigo de que caso eu não emagrecesse, desencanaria de vez – ver aqui.  Não consegui nem uma coisa, nem outra.

Já disse em alguns posts e repito: não acho que todo mundo deva ser magro, que só se é feliz vestindo tamanho P e nem quero esperar pesar X quilos pra ser feliz – quero viver bem AGORA. Mas, não adianta eu me enganar: não me sinto confortável no peso que estou por três bons motivos:

1- Já pesei bem menos um dia e prefiro meu corpo mais enxuto.

2- Tenho muita gordura abdominal e conheço todos os riscos que isto pode me trazer vida adentro. Hoje, tenho 28 anos e nenhuma doença crônica, graças a Deus, mas daqui pro futuro como serão as coisas? Não quero esperar adoecer pra ter um choque de realidade e mudar meus hábitos. Por falar em hábitos:

3- Não é só se estou usando tamanho GG ou P na vida, engloba muito mais coisa. É todo um estilo de vida que não contribui para o meu bem estar. É comer além da conta e sofrer com refluxo, é estar sedentária, enfim, é ver a vida passando e eu dando tchau da janelinha. Apenas não quero mais.

Enfim, esta lista poderia ser acrescida de muitos e muitos itens. Tudo isto em algum momento já foi dito aqui, inclusive. O lance é: nesta vida tudo que eu mais quero é no regrets. Então, quero resgatar a essência deste experimento e me lançar de novo, com maior coragem cara-de-pau neste desafio. Se quase cinco anos depois eu continuo achando isto importante, é porque realmente é.

Magra Pra Frente e avante!

Mudaram as estações…

“…nada mudou. Mas, eu sei que alguma coisa aconteceu, está tudo assim tão diferente”

Tudo igual e diferente por aqui. Igual porque continuo na mesma: gordinha (risos e lágrimas – na realidade, mais lágrimas do que risos mesmo…rs ). E diferente porque muita coisa aconteceu. Pra começar, não tenho mais um emprego remunerado: o jornal para o qual eu trabalhava fechou em maio. Resolvidas todas as questões burocráticas que um desemprego traz (papeis, rescisão, dar entrada em seguro-desemprego, etc), decidi passar alguns dias em Minas no mês de julho. Estou de volta há duas semanas.

A ideia era usar o tempo livre para focar no emagrecimento….bom, essa era a expectativa né? A realidade foi outra rs. Comparado ao último peso que registrei aqui, ganhei exatos 1,7 kg nos últimos meses (na viagem ganhei um pouco mais, mas esse excesso já mandei embora, então o saldo é de + 1,7 kg mesmo). Estou com 79,5 kg.  :O

Enfim, já dava pra ter eliminado, pelo menos, uns cinco quilos desde que entrei para o ‘reino do ócio’, mas,  antes tarde do que MAIS tarde rs, não é mesmo? rs Estive pensando: muitas vezes (mas muitas vezes MEEESMO) eu escrevi  metas em um pedaço de papel ou aqui no blog para cumprir. Em geral, costumo traçar todas as etapas: primeiro X quilos, depois Y, depois Z e assim por diante, mas a verdade é que nos últimos dois anos, eu não venho persistindo sequer na meta número 1 :/.  Eu, simplesmente, desisto. Aí passa um tempo, e lá vou programar o emagrecimento de novo.

Tudo isso é cansativo! De que adianta fazer um planejamento e não segui-lo? Pra acabar com essa ~palha-assada~, resolvi mudar de estratégia: ao invés de traçar tooooodo o caminho pra chegar aos 61/59 quilos, vou me importar apenas com o próximo passo. Cinco quilos pra começar, seria wonder! rs

Focar nos 74,5 kg é a única coisa que verdadeiramente importa no processo agora! Alcançado este resultado, aí estipulo a próximo meta.

Vamos mirar os “efes” da vida (foco, fé e força) que a batalha recomeça agora! Magra pra frente e já! 🙂

Ponteiro caindo

Texto rápido só pra contar a boa notícia: me pesei hoje cedo e o ponteiro da balança caiu um pouco mais! Clap, clap, clap! rs  Estou com 77,8 kg (1,2 kg a menos do que no último sábado)!

Agora, restam 2,6 kg irem embora para eu alcançar a meta 1. Foco neles! Hoje à noite vou para academia fazer musculação e trotar um pouquinho na esteira (quando você intercala corrida e caminhada). Aliás, to começando a pegar gosto por treinar. Como dizem lá em Minas, ‘Deus conserve!’ rsrs.

Avante, rumo aos 75,2 kg! 🙂

 

 

 

Metas

Quando o assunto é emagrecimento fracionar é preciso. Pensar em todos os quilos que se quer perder pode se tornar algo bem desanimador – afinal leva tempo para mandá-los embora – mas, focar a busca em metas simples, no curto prazo, torna o caminho mais concreto e fácil.

Com base nisso, dividi as minhas metas em sete etapas. Para apenas duas delas estipulei datas: a última (por razões óbvias) e a segunda (que quero muito alcançar até o meu aniversário – como um presente mesmo).

Vamos aos números! Boa notícia: no sábado (5) estava com 79 kg; hoje me pesei e o ponteiro marcou 78,4 kg. Palmas! Clap, clap, clap, clap!   🙂  Vou tentar dar uma segurada nesse lance de me pesar para não ficar ansiosa – tentar, né? porque ô bicho curioso é geminiano, viu…rsrs

METAS

1- 75,2 kg

2-72.2 kg (até 15/6)

3-69,2 kg

4-66,2 kg

5-63,2kg

6-61,2kg

7-59,5 kg (até 7/12/14)

Acho que o caminho tá bem desenhadinho e é possível fazer a meta 7 acontecer de forma saudável nesses oito meses numa boa. Para isso eu vou ter que ter foco. Por hora, me interessa apenas o que eu preciso fazer pra alcançar a meta 1. Quando chegar lá, aí miro na 2 e assim por diante. Não faz sentido pensar em emagrecer 20 quilos, quando não se consegue mandar nem mesmo três embora, não é mesmo? O tempo vai passar de um jeito ou de outro, invariavelmente. Daqui oito meses eu posso ter ou não uma boa nova pra contar: vai depender do que eu fizer agora!

Avante!  🙂

Em 2014: ou vai ou racha!

A gordinha aqui voltouuuu (e pra variar continua gordinha…rsrs). Ausência se tornou rotina neste blog, eu sei, apresento aqui o ‘mea culpa’: como a coisa não tem andado nem um pouco Magra Pra Frente, eu, sem muita novidade, acabei por empurrar com a barriga (literalmente) a tarefa de vir aqui e escrever. Mas, “senhoras e senhores, trago boas novas” – não, não vi a cara da morte, portanto, não sei se ela estava viva …rsrs – se você não entendeu a piada clique aqui.

Recordando alguns números (em especial, os que a balança me apresentou de uns dois anos pra cá) e relendo alguns arquivos do blog fiquei matutando sobre quando e como foi que eu “me perdi” no meio desse caminho; de que maneira a minha tal busca foi pras cucuias.

Todo gordinho sabe a equação do emagrecimento saudável: boa alimentação + prática de atividade física. O mistério nessa conta está na continuidade do trabalho: o que nos move? O que nos faz ter “força de vontade”? Como ela surge ou desaparece em determinados momentos? Pra cada pessoa, a resposta é uma. Somos diferentes.

Analisando o período em que este projeto deu certo (dieta+ atividade física + escrever frequentemente neste diário) posso dizer que a marca maior do processo foi a diversão. Quando decidi emagrecer, sabia que isso levaria algum tempo – e que não seria curto – então fiz uma promessa de que eu levaria essa busca com o máximo de leveza e bom humor possíveis. Imagine passar um ano de mau humor por “não poder” comer isso ou aquilo, ou por “ter que ir” à academia. Estava claro para mim que o ‘movimento’ deveria ser por vontade, escolha e não obrigação.

Como disse, em algum momento da minha história recente, isso se perdeu. Me interessa agora saber como fazer novamente a engrenagem girar. Pensando bastante a respeito, cheguei a conclusão de que o verdadeiro problema não é se eu estou gorda, magra, rosa, amarela ou azul anil, mas sim eu não sair de cima do muro.

O tempo passa, eu não faço algo efetivo para emagrecer, mas continuo a dizer para mim e para o mundo (em linguagem verbal e não verbal) que eu necessito estar magra. Oras: ou eu emagreço ou desencano de vez. O que não dá é pra ficar desperdiçando tempo e emoção com algo negativo. Estou com 26 anos e daqui dois meses completo 27. Já passou da hora de eu resolver esse conflito!

Dadas as explicações, vamos às novas. Tomei a decisão do século rs: se em 31 de dezembro deste ano eu não tiver emagrecido, vou desencanar forever dessa parada e ser feliz do jeito que eu estiver. Esta é minha data limite! Minha única preocupação será não engordar mais. Mas isso, claro: SE eu não emagrecer. Daqui até lá existe um longo caminho e por hora, a ideia é batalhar SIM pra enxugar os quilos a mais. Daí o título: em 2014, OU VAI OU RACHA! Ninguém merece viver em cima do muro e quando digo ninguém é ninguém meeeesmo!

Avante, que daqui até o fim do ano eu tenho é chão esteira pra andar!

Magra Pra Frente! 🙂

 

Pocket post

Sim, sou a blogueira mais desnaturada do Brasil – acho que vou ter que dar outra denominação para este ‘diário’, uma vez que as postagens estão se tornando trimestrais…rsrs. Não, não emagreci desde o último post (lágrimas escorrem em meu rosto neste momento – drama detected).

Mas, sim, tenho novidades – mas estas eu volto antes de 2013 dizer adeus para contar. A luta não acabou…digamos que ela estava em um ponto e vírgula ‘ad eternum’, mas despertou deste hiato por motivos de ‘força maior’.

Beijos para os magrinhos e gordinhos!

Em breve estou de volta pra contar a quantas anda (e andou neste tempo em que eu fiquei ausente) o processo. 

Avante!